Em uma arquitetura revestida de simbolismos, o MNMSGM foi projetado pelos arquitetos Hélio Ribas Marinho e Marcos Konder Netto, com obras dos escultores Júlio Catelli Filho e Alfredo Chesciati, sintetizando valores históricos da nação brasileira. O Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial (MNMSGM), conhecido popularmente como “Monumento aos Pracinhas”, foi idealizado pelo Marechal João Baptista Mascarenhas de Moraes, Comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) com o objetivo de homenagear e trazer de volta à Pátria os restos mortais dos brasileiros mortos nos Campos de Batalha da Itália, enterrados no cemitério de Pistóia à época do conflito. Em dezembro de 1960, as 468 urnas com os despojos dos soldados brasileiros foram transladadas da Itália e entregues em solenidade militar, inaugurando o Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial. O Monumento é constituído de uma sala de exposições, com um acervo permanente de material de emprego militar utilizado pelos brasileiros na 2ª Guerra Mundial; de um mausoléu onde se encontram os restos mortais de 468 pracinhas; de um pórtico monumental com 31 metros de altura; de um grupo escultórico de autoria de Alfredo Chesciati, retratando os soldados brasileiros das três Forças Armadas e de uma escultura metálica alusiva a Força Aérea Brasileira, de autoria do escultor Júlio Catelli Filho.

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Funcionamento

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