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O Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) abre, entre agosto de 2025 e janeiro de 2026, a exposição Gilberto Chateaubriand: uma coleção sensorial, primeira mostra em homenagem ao centenário de nascimento de um dos maiores colecionadores de arte do Brasil. A curadoria é assinada por Pablo Lafuente e Raquel Barreto.

Ao longo de quase sete décadas, o empresário e diplomata Gilberto Chateaubriand (1925-2022) reuniu uma das coleções particulares mais importantes de arte brasileira moderna e contemporânea. Parte dela está hoje em comodato no MAM Rio. Com peças de diferentes gerações, linguagens e territórios, a coleção constrói um retrato abrangente da produção artística nacional no último século.

O primeiro quadro adquirido por Chateaubriand foi Paisagem de Itapuã, de José Pancetti, em 1953. Desde então, o colecionador manteve um contato próximo com os artistas, visitando ateliês e acompanhando processos criativos. Ele costumava descrever essa forma de aproximação como “sensorial”, visão que norteou a seleção das obras.

A exposição está organizada em cinco núcleos. Origens revisita a mostra de 1981 que marcou a chegada da coleção ao MAM. Retratos destaca o interesse do colecionador pela representação de artistas. Fronteiras reúne obras que exploram territórios geográficos, formais e temáticos inéditos. Artistas apresenta o trabalho de criadores que tiveram presença marcante no acervo. Por fim, o Salão Monumental ganha uma constelação de obras que expressam a pluralidade da arte brasileira.

Horário: de quarta a domingo, das 10h às 18h

Local: MAM Rio

Endereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo

Ingresso: Saiba como adquirir aqui

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