O inverno no Rio está cada vez mais consolidado como uma temporada de grandes eventos e intensa movimentação turística. A expectativa da Prefeitura do Rio, por meio da Riotur e das Secretarias Municipais de Desenvolvimento Econômico e de Turismo, é que a cidade receba 2,8 milhões de turistas entre julho e setembro de 2026, movimentando R$ 7,4 bilhões na economia carioca.
A projeção representa um crescimento de 5% no número de turistas nacionais, 15% entre os visitantes internacionais e um aumento real de 7,8% na movimentação econômica em relação ao inverno de 2025. Os números reforçam a consolidação do Rio como um destino para o ano inteiro, impulsionado por um calendário diversificado de eventos e por uma combinação única de atrativos naturais, culturais, esportivos e de lazer.
Segundo dados do Observatório do Turismo Carioca (SMTUR), a cidade recebeu 2,7 milhões de turistas durante o inverno de 2025, dos quais 83,9% eram brasileiros e 16,1% estrangeiros. No período, os visitantes movimentaram R$ 6,9 bilhões na economia do município.
Parte desse desempenho é explicada pelo calendário oficial de eventos da cidade, Rio o Ano Inteiro, elaborado pela Riotur. Ao longo da estação, o Rio recebe uma programação diversificada, com festas julinas, transmissões da Copa do Mundo, grandes festivais de música, como o Rock in Rio, além de atrações culturais, esportivas e gastronômicas que movimentam diferentes regiões da cidade e fortalecem sua atratividade turística.
Entre os principais eventos do período estão o Rock in Rio, Rio Gastronomia, Festival de Inverno, entre outros que atraem visitantes de todo o Brasil e do exterior.
A estimativa de movimentação econômica foi calculada com base no gasto médio de R$ 2.208 por turista brasileiro e de R$ 4.494 por visitante internacional, segundo o estudo Panorama Turístico – Turismo Doméstico e Internacional 2025, do Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ). O levantamento considera despesas com hospedagem, alimentação, transporte, combustíveis, entretenimento, atrações turísticas, telecomunicações e compras, evidenciando o impacto positivo do turismo em diversos setores da economia carioca.
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